Entre a Bíblia, a história e a tradição iniciática, a figura de Adonhiram exige uma investigação que ultrapasse interpretações particulares e reconheça a identidade própria da Maçonaria Adonhiramita.
Poucas questões da literatura maçônica suscitam tantas discussões quanto a identidade de Adonhiram e Hiram Abif. A controvérsia ultrapassa a simples diferença entre nomes: envolve a interpretação das Escrituras, a formação das lendas maçônicas e o reconhecimento da identidade histórica e ritualística de diferentes tradições iniciáticas.
No Rito Escocês Antigo e Aceito (REAA), Hiram Abif ocupa posição central na alegoria do terceiro grau. Na Maçonaria Adonhiramita, Adonhiram é o personagem que assume esse protagonismo simbólico.
Essa distinção precisa ser compreendida em seus próprios termos. Não se pode tomar a interpretação consagrada por um sistema ritualístico como medida absoluta para julgar todos os demais, tampouco transformar uma divergência entre tradições em prova automática de erro histórico.
Em 27 de agosto de 2017, Pedro Juk publicou o artigo Hiran Abif ou Adoniram?, no qual sustenta que os dois nomes representam o mesmo personagem na lenda maçônica e atribui a aproximação entre eles a uma confusão introduzida na literatura francesa do século XVIII.
Sua interpretação merece ser examinada, confrontada com as fontes bíblicas e situada no contexto histórico da Maçonaria. Contudo, a afirmação de que os personagens devem ser considerados necessariamente idênticos na tradição maçônica não constitui uma conclusão obrigatória para todos os sistemas ritualísticos.
A questão fundamental é outra: por que a identidade de Adonhiram na tradição que leva seu nome deve ser julgada exclusivamente a partir da interpretação adotada por outra tradição?
A Maçonaria Adonhiramita possui uma história documental própria, uma literatura ritualística específica e uma identidade simbólica que merecem ser estudadas sem preconceitos e sem a imposição de uma interpretação única.
Para compreender essa questão, é necessário retornar às Escrituras, examinar os personagens e acompanhar a formação histórica das tradições maçônicas.
O ponto de partida deve ser o texto bíblico.
Em 1 Reis 4:6, Adoniram é mencionado como filho de Abda e responsável por uma função administrativa ligada aos trabalhos do reino. Em 1 Reis 5:14, aparece associado à organização dos trabalhadores mobilizados por Salomão.
O relato apresenta, portanto, um funcionário encarregado de administrar a força de trabalho utilizada pelo Estado.
Em 1 Reis 12:18, já durante o reinado de Roboão, Adorão é enviado para tratar com o povo revoltado e acaba apedrejado. O episódio ocorre durante a crise política que culminou na divisão do reino de Israel.
As formas Adoniram, Adorão e Hadorão aparecem em diferentes passagens e traduções bíblicas. Sua relação é objeto de discussão entre estudiosos, e as diferenças de grafia devem ser examinadas conforme o texto hebraico e as versões utilizadas.
O dado essencial para esta investigação é que Adoniram aparece associado à administração dos trabalhos compulsórios, e não como o artífice responsável pelas grandes obras de bronze descritas em 1 Reis 7.
Essa distinção não deve ser ignorada. Ao mesmo tempo, ela não resolve, por si só, toda a história posterior da figura de Adonhiram na Maçonaria.
É preciso distinguir o personagem mencionado nas Escrituras daquele que a tradição iniciática desenvolveu ao longo dos séculos.
O segundo personagem é Hiram, o artífice enviado de Tiro para executar trabalhos especializados em bronze destinados ao Templo de Salomão.
A principal referência está em 1 Reis 7:13-14. O texto informa que Salomão mandou buscar Hiram em Tiro e descreve sua habilidade técnica, sua compreensão e sua capacidade para realizar trabalhos com metais.
Em 2 Crônicas 2:13-14, encontramos outra descrição desse profissional, identificado como Huram-Abi em determinadas traduções. O texto destaca sua competência em trabalhos com ouro, prata, bronze, ferro, pedra, madeira, tecidos e gravação.
É importante observar a cronologia bíblica.
Em 1 Reis 6:38, o texto registra a conclusão do edifício do Templo. Somente depois, em 1 Reis 7:13-14, apresenta a convocação de Hiram para os trabalhos especializados.
Essa sequência permite distinguir a construção do edifício dos trabalhos metálicos realizados posteriormente para equipar e ornamentar o complexo sagrado.
Hiram não é apresentado como o construtor da estrutura arquitetônica do Templo. É apresentado como um artífice de extraordinária habilidade, convocado por Salomão para executar obras específicas.
A narrativa bíblica, portanto, não sustenta a afirmação de que ele tenha sido o arquiteto responsável pela construção integral do edifício.
A imagem do grande arquiteto, protagonista de uma narrativa de morte e fidelidade, pertence ao desenvolvimento da tradição maçônica posterior.
Essa distinção é fundamental: não se deve confundir o que as Escrituras registram com aquilo que a tradição ritualística elaborou a partir de seus personagens.
O capítulo 7 do Primeiro Livro dos Reis descreve detalhadamente os trabalhos realizados pelo artífice.
Entre as obras mais conhecidas estão as duas colunas de bronze, chamadas Jaquim e Boaz, descritas em 1 Reis 7:15-22. Elas foram destinadas à entrada do Templo, diante do pórtico, e constituíam elementos monumentais do conjunto arquitetônico.
Outra obra de grande dimensão foi o Mar de bronze, descrito nos versículos 23 a 26.
Tratava-se de um grande reservatório sustentado por doze figuras de bois, organizadas em grupos de três, voltadas para diferentes direções.
O texto também descreve dez bases móveis de bronze, dez pias ou bacias e diversos utensílios destinados ao serviço do Templo. As bases e as pias aparecem em 1 Reis 7:27-39, enquanto os versículos 40-45 apresentam um resumo dos trabalhos realizados por Hiram.
O local da fundição está expressamente registrado em 1 Reis 7:46: a planície do Jordão, entre Sucote e Zaretã, em terreno apropriado à fundição.
Não se trata da margem do Nilo. A referência bíblica é inequívoca quanto à região do Jordão.
Essas obras devem ser compreendidas como parte do equipamento e da ornamentação do complexo sagrado, e não como a estrutura arquitetônica principal do edifício.
As colunas estavam diante do pórtico; o Mar de bronze e sua estrutura de sustentação ocupavam uma posição externa ao edifício principal, e as demais peças integravam o conjunto de instalações e utensílios destinados às atividades do Templo.
A cronologia também merece atenção: a Bíblia informa que o edifício havia sido concluído antes de apresentar a convocação de Hiram. Isso não significa que todo o complexo estivesse acabado quando ele chegou, pois o próprio texto registra trabalhos complementares e, posteriormente, a conclusão da obra.
A conclusão documental é precisa: Hiram foi convocado após a conclusão do edifício para executar importantes trabalhos especializados em bronze; não é descrito como o responsável pela construção estrutural do Templo.
É nesse ponto que a investigação histórica encontra a tradição maçônica.
No REAA e em outros sistemas ritualísticos, Hiram Abif ocupa posição central na alegoria do terceiro grau. A narrativa associa sua figura à fidelidade aos princípios, à preservação do conhecimento e à continuidade da obra iniciática.
Na Maçonaria Adonhiramita, Adonhiram assume o protagonismo simbólico correspondente.
Essa diferença deve ser reconhecida sem que uma tradição seja reduzida à outra.
Não é correto partir da interpretação de um rito e utilizá-la como fundamento suficiente para declarar que outro rito se originou de uma confusão ou de um erro. Uma afirmação dessa natureza exige investigação histórica, análise dos documentos e compreensão do desenvolvimento de cada sistema ritualístico.
A tradição adonhiramita não deve ser tratada como uma simples variante de nomenclatura da tradição hirâmica. Sua denominação e sua literatura histórica demonstram a centralidade de Adonhiram em sua identidade.
É necessário, portanto, distinguir dois planos.
No plano bíblico, Adoniram e Hiram aparecem em funções distintas. No plano ritualístico, a Maçonaria desenvolveu narrativas próprias, nas quais diferentes personagens assumiram protagonismo simbólico. Esses planos não podem ser confundidos.
A constatação de que os personagens bíblicos aparecem em funções diferentes não obriga a concluir que uma tradição ritualística seja ilegítima. Da mesma forma, o protagonismo de Adonhiram na Maçonaria Adonhiramita não transforma automaticamente o relato bíblico em uma narrativa histórica sobre o personagem iniciático.
A identidade ritualística de Adonhiram deve ser compreendida a partir da história e dos documentos da própria Maçonaria Adonhiramita.
A controvérsia entre Hiram Abif e Adonhiram deve ser situada no contexto da Maçonaria europeia do século XVIII, período marcado pela circulação de catecismos, exposições ritualísticas e sistemas de graus.
Um documento de grande importância é o Recueil précieux de la Maçonnerie Adonhiramite, de Louis Guillemain de Saint-Victor, cuja tradição bibliográfica remonta à década de 1780.
A obra constitui uma referência histórica para o estudo da literatura ritualística adonhiramita. Os registros de acervos bibliográficos, como os da Bibliothèque nationale de France e da Wellcome Collection, documentam edições publicadas em 1783, 1785 e 1787.
Essa documentação demonstra que a Maçonaria Adonhiramita possuía uma expressão editorial e ritualística reconhecível no final do século XVIII.
É necessário, contudo, evitar um anacronismo: a publicação de uma obra em determinada época não significa que todos os elementos de uma tradição tenham surgido simultaneamente ou permanecido inalterados desde então.
O que os documentos permitem afirmar é que a tradição adonhiramita se consolidou como uma corrente identificável da literatura maçônica, com organização e referências próprias.
Sua história merece ser examinada a partir desses documentos, em vez de ser reduzida à hipótese de que seu nome resultou de uma confusão.
O pesquisador deve investigar como Adonhiram adquiriu centralidade na tradição, quais narrativas foram incorporadas aos rituais e como essas interpretações se desenvolveram.
A pesquisa histórica não deve começar com a condenação de uma tradição, mas com a análise de suas fontes.
Em seu artigo Hiran Abif ou Adoniram?, publicado em 2017, Pedro Juk sustenta que os dois nomes correspondem ao mesmo personagem na lenda maçônica. O autor atribui a aproximação entre as figuras a uma confusão presente na literatura francesa do século XVIII e menciona o Catéchisme des Francs-Maçons, de 1744, associado a Louis Travenol e ao nome de Léonard Gabaon.
Juk também recorre à discussão de Alec Mellor para explicar a formação de interpretações divergentes e a consolidação da tradição adonhiramita.
Esse argumento precisa ser examinado criticamente.
A existência de uma obra que aproxima ou identifica personagens não demonstra, por si só, que todas as tradições posteriores devam adotar essa interpretação. Demonstra que determinada leitura existiu e circulou na literatura maçônica.
É necessário verificar como cada tradição incorporou esses elementos, quais documentos utilizou e como organizou sua própria narrativa.
Também não é suficiente atribuir a formação de uma corrente ritualística a um erro nominal sem examinar o conjunto de sua história documental.
A afirmação de que Adonhiram e Hiram Abif são necessariamente o mesmo personagem em todos os sistemas maçônicos transforma uma interpretação particular em regra universal. Essa conclusão não decorre automaticamente dos textos bíblicos nem da existência de uma publicação do século XVIII.
A análise de Juk é relevante para compreender uma interpretação presente na literatura maçônica brasileira. Entretanto, deve ser tratada como uma posição interpretativa, sujeita à confrontação com outras fontes e com a história documental do Rito Adonhiramita.
O mesmo rigor deve ser aplicado a qualquer autor, independentemente de sua obediência ou de seu rito.
Não é a filiação maçônica do pesquisador que determina a validade de sua tese. São os documentos, os argumentos e a consistência da análise.
Uma interpretação pode ser respeitada como contribuição ao debate sem ser aceita como verdade universal sobre todas as tradições maçônicas.
A importância de Adonhiram não se limita à discussão sobre a origem de um nome. Ela se encontra na própria identidade da tradição que o consagrou como protagonista simbólico.
A Maçonaria Adonhiramita deve ser compreendida como uma corrente histórica específica, dotada de literatura ritualística própria e de uma trajetória que precisa ser investigada em seus documentos.
Não se deve exigir que ela adote a interpretação do REAA para justificar sua existência, assim como não se deve exigir que o REAA abandone sua tradição hirâmica para reconhecer a legitimidade histórica da tradição adonhiramita.
O estudo comparativo é legítimo e necessário.
A desqualificação sem demonstração documental não é método histórico.
Adonhiram merece ser estudado por aquilo que representa na Maçonaria Adonhiramita, pela maneira como sua figura foi incorporada à tradição e pelos significados filosóficos que lhe foram atribuídos.
Isso exige investigar os textos históricos, comparar as versões ritualísticas e reconhecer as transformações ocorridas ao longo dos séculos.
A força de uma tradição não depende de demonstrar que todas as outras estão erradas. Depende da capacidade de compreender suas fontes, transmitir seus ensinamentos e explicar sua própria trajetória.
Por isso, defender a identidade adonhiramita não significa hostilizar outros ritos. Significa rejeitar a ideia de que uma única interpretação possa ser imposta como padrão universal para toda a Maçonaria.
A discussão histórica não esgota a importância de Adonhiram.
Na tradição iniciática, os personagens assumem significados que ultrapassam as funções atribuídas a eles nos relatos antigos. A narrativa simbólica pode transmitir ensinamentos morais sem que cada episódio precise corresponder a um registro documental das Escrituras.
Essa distinção encontra paralelos na filosofia.
Em Ética a Nicômaco, Aristóteles examina a formação do caráter e o desenvolvimento das virtudes. Em A República, Platão reflete sobre a busca do conhecimento e a superação das aparências. Em Fundamentação da Metafísica dos Costumes, Immanuel Kant investiga a autonomia moral e os princípios que devem orientar a ação humana.
Essas obras não são fontes diretas da lenda de Adonhiram, mas oferecem instrumentos para refletir sobre o valor moral e filosófico das tradições iniciáticas.
O símbolo não substitui a história, assim como a história não esgota todos os sentidos de um símbolo.
O estudo de Adonhiram exige, portanto, duas atitudes complementares: rigor na investigação das fontes e abertura para compreender os significados filosóficos desenvolvidos pela tradição.
Uma tradição iniciática não se fortalece pela recusa ao questionamento. Fortalece-se quando seus membros conhecem suas origens, compreendem seus símbolos e distinguem os fatos documentados das interpretações construídas ao longo do tempo.
É essa postura que permite reconhecer a importância de Adonhiram sem transformar a pesquisa histórica em disputa de autoridade.
A controvérsia pode ser esclarecida quando se distinguem três planos de análise.
O plano bíblico: os textos apresentam Adoniram associado à administração dos trabalhos do reino e Hiram como artífice especializado em bronze. A narrativa também registra a conclusão do edifício do Templo antes da convocação de Hiram para executar os trabalhos metálicos.
O plano histórico-maçônico: autores e publicações dos séculos XVIII e seguintes desenvolveram interpretações distintas sobre esses personagens. A literatura adonhiramita constitui parte documentada desse processo.
O plano ritualístico e filosófico: cada tradição organizou seus símbolos e suas narrativas conforme seu desenvolvimento próprio. No REAA, Hiram Abif ocupa posição central na alegoria do terceiro grau; na tradição adonhiramita, Adonhiram assume esse protagonismo.
A distinção entre esses planos evita dois erros: apresentar a lenda maçônica como se todos os seus episódios estivessem registrados literalmente na Bíblia e declarar uma tradição ritualística inválida apenas porque sua narrativa difere da adotada por outra.
O trabalho histórico consiste em investigar, comparar e contextualizar. O trabalho filosófico consiste em interpretar os significados. O respeito ritualístico consiste em reconhecer que a diversidade da Maçonaria não pode ser eliminada por uma única leitura.
A investigação sobre Adonhiram e Hiram Abif demonstra a importância de distinguir as Escrituras, a história e a tradição iniciática.
A Bíblia apresenta Adoniram como um funcionário associado à administração dos trabalhos do reino e Hiram como um artífice especializado em bronze. A sequência de 1 Reis registra a conclusão do edifício do Templo antes de apresentar a convocação de Hiram para executar trabalhos metálicos destinados ao complexo sagrado.
Entre essas obras estavam as duas colunas de bronze, o Mar de bronze e sua estrutura de sustentação, as bases, as pias e outros utensílios, fundidos na planície do Jordão, entre Sucote e Zaretã.
O relato bíblico não descreve Hiram como responsável pela construção estrutural do edifício nem registra sua morte nos termos da lenda maçônica. Essas diferenças devem ser reconhecidas com precisão.
A tradição adonhiramita, entretanto, possui sua própria história ritualística. Adonhiram ocupa nela uma posição central que não deve ser reduzida a uma suposta confusão apenas porque outros sistemas maçônicos consagraram Hiram Abif como protagonista de suas narrativas.
A publicação do Recueil précieux de la Maçonnerie Adonhiramite, de Louis Guillemain de Saint-Victor, constitui uma referência documental importante para a compreensão dessa tradição no século XVIII. Sua trajetória merece ser estudada por meio de seus textos, de seus rituais e das interpretações que marcaram seu desenvolvimento.
O debate com autores que sustentam a identidade dos dois personagens é legítimo. O que não se deve fazer é transformar uma interpretação particular em critério absoluto para julgar toda a Maçonaria.
Adonhiram não precisa ser reduzido a Hiram Abif para que sua importância maçônica seja reconhecida. A tradição adonhiramita deve ser estudada e compreendida em sua própria identidade histórica e ritualística.
A verdadeira pesquisa não exige que se abandone a tradição, mas que se conheçam suas fontes. Não exige que se neguem outros ritos, mas que se reconheça a pluralidade histórica da Maçonaria.
O compromisso com a verdade exige distinguir documentos de interpretações, fatos de hipóteses e história de alegoria. Exige também que nenhuma tradição seja julgada apenas pelos critérios estabelecidos por outra.
A Maçonaria Adonhiramita merece esse tratamento: um estudo sério, fundamentado e respeitoso de sua identidade.
Porque o conhecimento não se constrói pela imposição de uma única interpretação, mas pela investigação livre, pelo confronto responsável das fontes e pela disposição de compreender aquilo que torna cada tradição singular.
Adonhiram é o centro desta investigação não por oposição a Hiram Abif, mas porque compreender Adonhiram é compreender a identidade da própria tradição adonhiramita.
Fontes bíblicas
- BÍBLIA SAGRADA. 1 Reis 4:6; 5:14; 6:38; 7:13-51; 12:18.
- BÍBLIA SAGRADA. 2 Crônicas 2:13-14; 4:11-16; 10:18.
Literatura maçônica e história do Rito Adonhiramita
- JUK, Pedro. Hiran Abif ou Adoniram? Blog do Pedro Juk, 27 ago. 2017. Disponível em: https://pedro-juk.blogspot.com/2017/08/hiran-abif-ou-adonhiran.html.
- SAINT-VICTOR, Louis Guillemain de. Recueil précieux de la Maçonnerie Adonhiramite. Obra publicada em diferentes edições na década de 1780.
- TRAVENOL, Louis; GABAON, Léonard. Catéchisme des Francs-Maçons, ou le Secret des Francs-Maçons. 1744.
Estudos de referência
- MACKЕY, Albert G. An Encyclopedia of Freemasonry and Its Kindred Sciences.
- MELLOR, Alec. Dictionnaire de la franc-maçonnerie et des francs-maçons.
Referências filosóficas
- ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco.
- PLATÃO. A República.
- KANT, Immanuel. Fundamentação da Metafísica dos Costumes.
Por: Pe. Manoel Gomes de Figueiredo